CT-e rejeitado com o caminhão carregado
O motorista espera no pátio, o cliente cobra e o faturamento atrasa, quase sempre por um dado que já estava errado antes do envio.
A conferência roda antes de transmitir, e a contingência entra sozinha.
Há 30 anos automatizando a operação de transportadoras no interior de São Paulo: do escritório ao motorista na estrada, com o risco sob controle.
O motorista espera no pátio, o cliente cobra e o faturamento atrasa, quase sempre por um dado que já estava errado antes do envio.
A conferência roda antes de transmitir, e a contingência entra sozinha.
Numa carga fracionada com 30 notas, alguém do escritório redigita remetente, peso, valor e uma chave de 44 dígitos. Cada dígito é uma chance de rejeição.
O XML do embarcador entra e vira conhecimento, já com peso, valor e destinatário.
Combustível, manutenção, pneu e pedágio caem no caixa geral. No fim do mês fecha, mas ninguém sabe qual rota paga e qual consome.
Cada despesa amarrada à placa e à viagem, com o acerto do agregado no mesmo lugar.
Cada módulo resolve uma parte do dia da transportadora, e todos falam entre si, porque são o mesmo sistema, não integrações remendadas.
CT-e, DACTE e MDF-e integrados à SEFAZ, com conferência antes do envio e contingência quando a SEFAZ cai.
Ver detalhesO XML da nota do embarcador entra no sistema e vira conhecimento de transporte. Sem digitação, sem erro de digitação.
Ver detalhesDeclaração de CIOT, pagamento eletrônico de frete ao motorista autônomo e controle de adiantamento e saldo.
Ver detalhesCusto por veículo e por viagem, manutenção, pneus, combustível e acerto de agregados no mesmo lugar.
Ver detalhesRegistro de jornada, escala, espera, horas extras e descanso conforme a Lei do Motorista, ligado à folha.
Ver detalhesMontagem de rota, integração com rastreadores e registro de ocorrência no momento em que ela acontece.
Ver detalhesOrdem de coleta, romaneio, ocorrência de entrega e comprovante digital, com o canhoto ligado ao CT-e.
Ver detalhesO embarcador entra, consulta a situação da carga e baixa os documentos. Menos telefone no seu atendimento.
Ver detalhesA maior parte dos fornecedores vende o TMS e manda você contratar o gerenciamento de risco à parte. São dois contratos, dois suportes e dois sistemas que não conversam, e, quando acontece uma ocorrência, ninguém tem a história inteira.
Aqui o cadastro do motorista, a regra por tipo de carga e o histórico de ocorrências vivem junto do CT-e e da viagem. Um fornecedor, um telefone para ligar.
Ver gerenciamento de riscoO medo legítimo de toda transportadora é a virada dar errado e a emissão parar. Por isso a implantação é feita em paralelo, com data marcada e gente da Aucom acompanhando no dia.
Entendemos sua operação e o que dá para trazer do sistema atual. O prazo é fechado aqui, e não muda depois.
Clientes, motoristas, veículos, tabelas de frete e histórico de documentos.
Sua equipe aprende no sistema já com os dados dela dentro, não em base de exemplo.
No dia da virada tem gente da Aucom junto, até o primeiro CT-e sair autorizado.
Durante todo o processo você continua emitindo no sistema atual. A virada acontece em data combinada, e só depois que o novo estiver testado com os seus dados.
Antes de atender transportadora, a Aucom automatizou loja, atacado e posto de combustível, e continua atendendo. Se a sua operação é essa, o ERP é o caminho.
As dúvidas que o transportador traz na primeira conversa. Se a sua não estiver aqui, é só perguntar.
Não. A implantação é feita em paralelo: o sistema novo é configurado e testado enquanto o atual continua rodando. A virada acontece em data combinada, com acompanhamento da nossa equipe no dia.
Sim. Cadastro de clientes, motoristas, veículos, tabelas de frete e histórico de documentos são migrados. O que é possível trazer depende do formato em que o sistema atual permite exportar. Avaliamos isso no diagnóstico, antes de fechar.
A partir de 5 veículos o ganho de tempo na emissão de documentos já paga o sistema. As faixas de investimento acompanham o porte da operação.
As duas formas. Transportadora com escritório único costuma preferir nuvem; quem tem filial ou internet instável em algum ponto às vezes prefere servidor local. A decisão é sua.
Entre 2 e 6 semanas, dependendo do tamanho da operação e do volume de dados a migrar. O prazo é fechado no diagnóstico e não muda depois.
Nossa equipe, por telefone e WhatsApp, no horário comercial. Somos de Bauru e atendemos transportadora há 30 anos. Quem responde conhece transporte, não é central de atendimento genérica.
Demonstração de 30 minutos, conduzida por quem entende de transporte. Sem compromisso e sem script de call center.